A leitura constitui a principal ferramenta de aprendizagem dos estudantes em geral e dos concurseiros em específicos. Apesar de na atualidade possuirmos excelentes ferramentas de estudo, a leitura continua sendo a opção mais adequada para a preparação para concurseiros públicos. O principal motivo disso é que a sua prova seja objetiva ou discursiva você terá de ler os comandos (caso da prova objetiva) ou textos motivadores e comandos (nas discursivas). Isso reforça a necessidade de sempre estar atento à leitura especialmente de material de estudos focados na sua preparação elaborados por quem entende do assunto e, mais que entender do assunto, é ter vivência de prova, vivência do que é estudar para concursos públicos.

Em muitos casos, o mais importante não é aquela aula de 100 páginas. Mas sim aquele material focado na sua banca, naquilo cai com recorrência em provas de concursos, pois, é a assertividade que vai melhor te preparar para o certame. Não é necessariamente um curso grande com não sei quantas páginas no qual você ficará perdido sem saber exatamente o que escolher para estudar. Foco e assertividade são mais importantes que quantidade ( de material e de horas estudadas).

Estudar 2 horas por dia pode ser mais eficaz do que estudar 6 horas sem qualidade, ou ainda, utilizando o autoengano – que é quando o concurseiro marca uma hora para iniciar os estudos (exemplo 7 da manhã e concluir às 12h), mas que no meio dos estudos atende ao telefone, olha seu aplicativo de mensagem, fala com colegas, lancha, toma um café, vai ao banheiro… Esse pseudoestudo provoca decepções em muitas pessoas que iniciam os estudos acreditando que o estudo para concurso, em alguma medida, pode ser comparado ao estudo da faculdade ou do ensino médio. Nesses aspectos, poderia até “fingir” em alguma medida que estudava e “dava certo”, porque ao final, sempre havia uma recuperação ou algum tipo de ajuda. Para além disso, você não disputava uma vaga com seu colega. Precisa tirar nota mínima para ser aprovado(a). Em concursos públicos, quanto maior a nota, maiores são as possibilidades de você ficar entre os classificados. Assim, não basta obter uma nota mediana. Você precisa obter nota suficiente para “derrubar” diversos candidatos e conseguir a sua vaga. Assim, você deve estudar com foco e organização para otimizar seus tempo e estudos, aprimorando seu resultado.

Não é suficiente estudar. É necessário estudar com organização por meio de um plano de ensino com com carga horária e disciplinas determinadas a fim de que seu estudo não aconteça no improviso, mas sim dentro de uma organização sistemática em que você vença o edital (anterior ou em aberto), mas também possa realizar revisões sistemáticas, já que estudo sem revisão pode cair no esquecimento e colocar as horas de dedicação no lixo, já que é a revisão que informa para o cérebro que determinadas informações são importantes e que devem ser armazenadas na memória de longo prazo.

Conclusão com pontos principais

Assim, quem estuda com organização e método estabelece rotina diária de estudos em que contempla disciplinas de acordo com a prioridade no edital e no cargo em que concorre ou deseja concorrer. A sistematização acontece de forma não perder a visão do todo, mas também fixar as informações na memória, pois, sem mecanismos de recuperação de grande partes das informações estudadas, você pode falhar na hora da prova. Organização e sistematização de estudos no contexto de concursos públicos são elementos essenciais para a aprovação. E numa boa preparação deve haver resoluções de questões com frequência, sem que tal ato seja feito de forma aleatória apenas porque todos nós sabemos que é uma excelente ferramenta de fixação e de treinamento para as provas de concursos públicos independente da área para a qual você concorre.


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